Nossa infância
Toda novidade na realidadeJá é uma antiguidadeImpera a ignorância em nossa infância;O diferente ganha importânciaO comum desconhecidoDeslumbra os comovidosMas, no […]
Toda novidade na realidadeJá é uma antiguidadeImpera a ignorância em nossa infância;O diferente ganha importânciaO comum desconhecidoDeslumbra os comovidosMas, no […]
Amores desencontradosQue se esbarram no cotidiano da vidaEm tempos já desgastadosPrincipalmente quando há louça na piaOs corações se aspiramMas nunca
Por que aniquilar o outro?Por que matar quem tem pouco?O desconhecido inspira medo,E buscar entendimento gera pesoÉ mais seguro separar
Ai cidade calamitosaCheia de perfídia e de miséria!De natureza podre e desdenhosaEsmigalha teus moradores com vil pilhériaAlienado, teu líder canta
A voz dos loucos ganhou potência Em meio a negligência dos intelectuais;Fantasmas do passado retornamCom suas ideias e ideais abismaisNas
O descolado deslocado em seu carroVagueia a passear em seu bairroSeu rumo sem prumo rodeia o mundoQue gira e pira
No labirinto das falsidadesHumanos se satisfazem;Enganos maliciososSão tão saborosos!Da Verdade ninguém mais sabeMentira é o que vale;Empanturrados de doces ilusões
Desconhecidos de conhecidos rostosTodos os dias se veemTodos os dias se notam;Do reconhecimento, seus olhos não se escondemMas, ainda assim,